Sejam bem vindos!

Minha amiga Clese, certa vez me enviou essa mensagem, achei belíssima e resolvi compartilhar.

Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".

Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...

Eu tento ser um exemplo de Professora!!!


Após sua visita, que tal deixar um comentário ou sugestão para a melhoria do blog?

Novidade: Agora você pode acessar o meu site e o da Escola.



https://sites.google.com/sites/aeeedvaniaas



https://sites.google.com/site/escolamunicipalvaladares/



Profª Edvania















terça-feira, 26 de janeiro de 2010

REFLEXÃO..."A MULHER DE 30 ANOS"



A mulher de 30 anos" As Balzaquianas
Data: 03/04/2001

Por: Marcelo Aith



Muitos já ouviram ou usaram o termo "balzaquiana" para designar um certo tipo de mulher. Mas nem tantos, realmente, chegaram a ler Ä Mulher de Trinta Anos", de Honoré de Balzac. O escritor francês viveu na primeira metade do século XIX (1799-1850) e é este o ambiente que encontraremos em sua obra. Mais do que um simples romance, é também uma aula de história, onde desfilam os acontecimentos de uma França pós revolucionária, durante o governo de Napoleão Bonaparte.

O livro trata a fundo da questão do destino da mulher na sociedade e, em particular, dentro do casamento. "A Mulher de Trinta anos" contém estudos de psicologia feminina de extrema agudeza. Sua personagem principal, Júlia d`Àiglemont, é o primeiro grande retrato da mulher mal casada, consciente da razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do matrimônio.

Constitui uma etapa na história da emancipação feminina. Revela-nos os sofrimentos da mulher incompreendida que não encontrou no casamento a realização de seus sonhos. Balzac é um dos primeiros a focalizar o drama da incompatibilidade de casais. Prestou um serviço imenso às mulheres, ao duplicar para elas a idade do amor. Antes dele, todas as namoradas de romance tinha vinte anos. Ele prolongou até os trinta, quarenta anos, sua vida ativa, idade que considerava o ápice da vida amorosa da mulher.

No primeiro capítulo, em uma época onde nem ao menos se sonhava com o divórcio, o pai de Júlia a alerta sobre os cuidados da boa escolha de um marido: "As moças criam freqüentemente nobres, arrebatadoras imagens, figuras ideais, e forjam idéias quiméricas a respeito dos homens, dos sentimentos, do mundo; depois atribuem inocentemente a um caráter as perfeições que sonham e nisso confiam; amam no homem de sua escolha essa criatura imaginária; porém mais tarde, quando não há mais tempo para libertar-se da infelicidade, a ilusória aparência que embelezaram, seu primeiro ídolo, enfim, se transforma num esqueleto odioso.". Sobre o futuro genro ele conclui: "'E um desses homens que o céu criou para tomar e digerir quatro refeições por dia, dormir, amar a primeira mulher que apareça e bater-se. Não entende a vida ... não é dotado dessa delicadeza de coração que nos torna escravos da felicidade de uma mulher...".

Mesmo assim nossa heroína casa-se com Vitor, oficial do exército de Napoleão, tornando-se a infeliz Sra. D'Aiglemont. Em carta para uma amiga confessa sua desilusão pelo amor: "Vais casar, Luisa. Essa idéia faz-me tremer. Pobre criança, casa-te; depois, dentro de poucos meses, um dos teus mais cruciantes desgostos será proveniente da recordação do que nós éramos outrora...". Sobre a noite de núpcias, escreve: "Quando meu marido entrou, quando me procurou, o riso que ouvi, riso sufocado sob as musselinas que me envolviam, foi o último lampejo daquela suave alegria que animava os folguedos da nossa infância...".

Um casamento infeliz, e uma filha. A situação de Júlia parece trágica. A descrença no amor toma conta da personagem. O marido, distante espiritualmente, mantendo relações de adultério, não mais lhe pertencia. Todos os seus sofrimentos e sacrifícios para manter a falsa união passam a ser justificados em nome da felicidade de Helena, sua filha, único bem que a prendia à vida.

A tristeza de Júlia seduz um jovem inglês. Artur, que promete o amor perfeito que seu verdadeiro marido nunca lhe proporcionara. Ambos passam a viver um amor irrealizável, o dever do casamento proíbe Júlia de concretizá-lo. "Não quero ser uma prostituta nem a meus olhos nem aos olhos do mundo. Se não pertenço mais ao Sr. d'Aiglemont, também não pertencerei a nenhum outro". As barreiras morais da época condenam-na a infelicidade eterna.

Por insistência de Artur o "affair"continua. Podemos ver, no livro, a tradicional cena em que o amante, surpreendido pelo retorno do marido, esconde-se no armário. Mas, aqui o desfecho é trágico, chegando a ser cômico, pois para salvar a honra da amante, Artur, depois de Ter os dedos esmagados pela porta do quarto de vestir, corre para o peitoril da janela e, morre congelado pelo frio da noite parisiense. O segundo amor de sua vida termina, as trevas invadem seu coração. Júlia, agora com 26 anos, não encontra alegria nem mais em sua filha.

Ela explica sua angústia: "O casamento, a instituição sobre a qual se apoia hoje a sociedade, só a nós faz sentir todo o seu peso: para o homem a liberdade; para a mulher os deveres. Devemos consagrar aos homens toda a nossa vida, eles nos consagram apenas raros instantes... o casamento, tal como hoje se pratica, parece-me ser uma prostituição legal. Daí nascerem os meus sofrimentos. Mas, entre tantas criaturas infelizes... só eu sou a autora do mal, porque quis o meu casamento."

Ao, finalmente, chegar aos trinta anos Júlia conhece o Sr. Carlos Vandenesse, que nos introduzirá às idéias do que viria a ser considerada uma mulher experiente, uma mulher balzaquiana: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do amor... ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe... dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar... Uma nos instrui, nos aconselha... a outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade... A jovem... acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil véus... afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça".

A paixão de passa a freqüentar o coração dos dois, que se tornam amantes, sob o nariz do omisso d'Aiglemont. Júlia tem mais filhos. A trama familiar continua. Mas o fundamental é que estão lançados os fundamentos das idéias de um relacionamento moderno, que respeita o direito da mulher de ser feliz, antes mesmo da mudança nos valores impostos pela coletividade.

Agora a mulher está livre para amar a quem realmente demonstre merecedor de seu amor, está livre do estigma do peso da idade e, tudo isso se deve em parte a um nome, Honoré de Balzac. Escrito no início do Século XIX, "A Mulher de Trinta Anos" aborda tema que continuam atuais até os dias de hoje, sentimentos que não se apagam com o tempo, presentes em todas as sociedades humanas, em todos os tempos, que garantem a universalidade de sua obra. Um grande clássico da literatura. Indispensável a todos os que querem se aprofundar na compreensão do "ser mulher"!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

DESPERDÍCIO DE ÁGUA EM POÇO VERDE-DENUNCIE





Estamos sofrendo bastante com a falta de água em nosso município utimamente, mas é revoltante acordar muitas vezes de madrugada e ver tanta água desperdiçada pela Deso, já levantei várias vezes só pra fotografar tal absurdo.
Se você tem alguma denúncia a fazer em relação a água envie e-mail para:
haralibds@bol.com.br
Esse será um ato de cidadania e de preservação ao meio ambiente.
Segue e-maol encaminhado no dia 19/06/2011. Aguardando retorno.
Venho por meio deste e-mail mais uma vez solicitar esclarecimentos a respeito do desperdício de água em Poço Verde. Certa vez a senhra esteve na escola a qual leciono com palestra mostrando que devemos saber usar a água, comentei sobre o desperdício que acontecia e até hoje acontece na Rua José dos Santos nesse município e segundo sua orientação encaminho novamente fotos do que acabei de relatar.
Dessa forma pergunto : O que fazer?Uma vez que em outros momentos já me dirigir a sede da Deso e o problema persiste?
Segue link do meu blog.
http://professoraedvania.blogspot.com/search?updated-min=2009-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2010-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=11
Esse é meu endereço eletronico, aguardo retorno.
Professora Edvania Almeida Silva

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Homenagem a meu avô Dedé de Miguel...






Um certo José


Há 80 anos tudo começou
Miguel de Messias Torres
Por uma moça bonita
Um dia se encantou.

Ela se chamava Ernestina Barbosa
Jovem simples do interior
Com Miguel Torres, namorou
E a partir dali começou um lindo amor.

Tanto amor assim
Não poderia se findar
Os dois muito apaixonados
Resolveram se casar.

Uma bela e grande família
Veio à Bahia integrar
Tiveram 17 lindos filhos
Quanta dificuldade pra criar.

Tinha Manoel, José e Maria
Clautides, Nivaldo, Balbino e Osória
Ana, Zefinha, Totonho e Valdemar
Valdete, Enoque, João e a mais nova Luzia.

Em 24 de abril de 1929
Certo José nasceu
Na Queimada do Miguel
Alguns anos lá ele viveu.

Escute bem minha gente
Dois nomes não consegui descobrir
ETA bisavós boca quente!
Pode começar a sorrir.

Esse cordel que escrevo
Será pra homenagear
O meu avô Dedé de Miguel
Venha todos prestigiar.

Na infância e adolescência
Em diferentes lugares José viveu
Emburana, Riachinho e Melancia
Mas no Jacurici permaneceu.

José não era brinquedo não!
Desde pequeno adorava aprontar
Batia em seus irmãos para se divertir
E ainda vivia a sorrir.

Outra coisa que gostava de fazer
Era beliscar e aboiar
E muitas lorotas
Vivia a contar.

Aproveitava a sexta-feira da paixão
Para sua mãe não lhe bater
Certa vez pegou engasgo de licuri
Coitada da Maria de Roseno teve que fugir

Maria era sua irmã primogênita
Foi contar pra sua mãe
Pense na surra bonita
Que José levou.

Assim na vida acontece
Um dia é da caça e outro do caçador
Principalmente a quem merece
E a alegria se transforma em dor.

Vozinho tinha dois jegues
Um se chamava “Vida torta”
E o outro “Alumínio”
Vamos pra frente que o nome agora não importa.

Com os bichos a terra arava
Era um rapaz trabalhador
De sol-a-sol sempre lutou
Mas com Vida torta ele aprontou.

Deu uma facãosada no pobre
Porque não queria obedecer
Por sorte não matou
Mas fez o bicho sofrer.

O tempo foi passando
Rapaz novo gosta de paquerar
E certa Ana Josefa
Seu coração veio roubar.

Filha de João Cardoso
E Dona Odília
Morava com seus pais
E com o resto da família.

Há aproximadamente 58 anos
Eles vieram a se casar
E 18 filhos tiveram
Venha todos escutar.

Morreram doze por vários motivos
E apenas seis vingaram
Essa história eu sei
Porque me falaram.

Restaram Enoque, Elias e Elizeu
Eronildes, Edgar e a Pequena Maria
Cada tem seu jeito de ser
Mas todos vivem com alegria.

Enoque é o meu pai
Casado com minha mãe Safira
Homem muito quieto
Mas do seu jeito cuida da família com afeto.

Elias é um tio legal
Casou com tia Lúcia
Teve filhos maravilhosos
Que coisa sensacional.

Eronildes sempre ficou na fazenda
Foi o braço direito de Dedé
Da família sempre cuidou
Apesar de gostar do mé.

Edgar tem sangue quente
Se vira como pode pra viver
Mas é uma boa gente
Isso é o que penso, pode crer!

Elizeu é o mais brincalhão
Ao seu pai puxou
Não tem nada na sua mão
A muita gente ele já ajudou.

Vou falar da pequena Maria
Pequena só no tamanho e na gordura
Mas pense na alegria
Minha madrinha é uma doçura.

Muitos anos juntos viveram
Criaram seus filhos como Deus quis
Alegrias e tristezas compartilharam
E apesar de tudo teve uma vida feliz.

Quando a convivência complicou
Resolveram viver como amigos
O casamento acabou
Mas a amizade continuou.

Pouca coisa na roça vivi
Até os quatro anos morei num lugar
Chamado Jacurici
E foi lá que comecei a estudar.

Vozinho sempre me dava bala
Quebra-queixo e muito mais
Passava alegria de viver
E transmitia certa paz.

Não só de doce a vida é
E ele adorava encrencar
E de uma coisa já falei
Ele vivia a nos beliscar.

Sempre viveu uma vida simples
De um homem que é lavrador
Sei que teve grandes dificuldades
Mas seus filhos ele educou.

Tive uma grande decepção
E por um longo período
Não suportei a ofensa
E nem mesmo lhe pedia a benção.

Dizem que o tempo
Apaga tudo de ruim
Depois de certo período
Eu acredito sim!

Aprendi que todos nós erramos
Depois de por dificuldades passar
E aqueles que amamos
Aprendemos a valorizar.

O saudoso Dedé de Miguel
Era respeitado na região
Corajoso sem igual
Sempre andava com seu facão.

Certa feita com um cara brigou
Usou apenas seu amigo facão
E o indivíduo com uma arma de fogo
Acabou com parte da sua audição.

De médico nunca gostou
Fugia deles como o diabo da cruz
Mas um dia precisou
E pediu força pra Jesus.

Para Aracaju viajamos
Conhecemos a Drª Luzia
Com exames constatamos
Que da próstata sofria.

Aproveitei a oportunidade
De o mar lhe apresentar
Eu, meu pai e ele
Fomos à praia passear.

Um momento mágico
Pudemos presenciar
Seu olhar fixo nas águas
Ele parecia sonhar.

Um comentário ele fez
Disse que um sonho realizou
Achou o mar imenso
E na água ele pisou.

Sentiu algo estranho
Segundo ele uma tontura
Mas tenho grande certeza
Que ele adorou a aventura.

O passeio não acabou por aí
A orla foi conhecer
O Oceanário visitou
E muito peixe gostou de ver.

Dessa doença escapou
Fez o tratamento em casa
Mas à médica ele nunca voltou
E dois anos após a coisa complicou.

Teve que a alguns médicos recorrer
Foi internado em hospital
Tinha muito medo de morrer
Mas todos nós teremos um final.

O problema se agravou
O seu filho Edgar me procurou
E pediu que eu ajudasse
A cuidar do meu avô.

Eu não me recusei
E fiz tudo o que pude fazer
Sei que fui incompreendida
E isso me fez sofrer

Seguimos pra Simão Dias
Afim de exames fazer
Mas uma grande surpresa
Dr. Evandro veio me dizer.

Em raios-X ele viu
Uma mancha em seu pulmão
Enviou-nos á Aracaju
Não foi fácil não!

No hospital João Alves
José foi internado
Em 24 de novembro de 2009
Por médicos competentes, examinado.

Entrevistas foram feitas
Perguntaram se ele tinha fumado
Respondeu que por 50 anos fumos
Mas a 24 tinha parado.

O cigarro é mesmo uma droga
E as pessoas insistem em não ver
Fingem que nada acontece
E preferem morrer.

Os médicos e enfermeiros ajudaram
Muita gente também ajudou
Filhos, nora, amigos e netos
Sangue e plaquetas doaram.

Mas o inevitável aconteceu
Certo José conhecido como Dedé
No dia dezesseis faleceu
E o mundo naquele dia escureceu.

Quatro foram as causas de morte
Choque não classificado, hemorragia
Neoplasia de pulmão
E trombontopenia.

Àquela dor eu desconhecia
Um ente querido nos deixava
Tenho certeza de uma coisa
Uma luz divina nos apoiava.

Um filme na nossa cabeça passa,
Alegrias e tristezas relembram,
Hoje completa um ano
Dia dezesseis de dezembro.

Obrigado por tudo que nos fez
Até o que desagradou
Tudo na vida é aprendizagem
Até as coisas de dor!

Essa surpresa eu preparava
Pra seu aniversário de 80 anos
Mas Deus te chamou antes
E mudei os planos.

Hoje quero te dizer
Perdão por tudo que talvez fiz
Hoje a maturidade chegou
E posso dizer que sou mais feliz.

Nunca vou te esquecer,
Detalhes como a camisa azul,
Os chapéus de baeta e couro...
No coração guardarei como ouro!

Aos 79 anos se foi
Para perto do eterno pai
O que quero te dizer:
-Vozinho descanse em paz!

Esse espaço irei reservar
Nesse simples livreto que escrevi
Caso alguém queira deixar
O recado que lhe convir.

Um pouco de sua história,
Vozinho acabei de contar
Espero que onde quer que estejas
Possa de mim se orgulhar!

Ore por nós lá de cima
Peça a Deus pra nos ajudar
Pra poder nossas vidas seguir
E um dia de novo te encontrar!

Essa história entrou por uma porta
E saiu por outra
E novamente espero
Que eu possa contar outra...

Edvania Almeida em 16 de dezembro de 2009
























































.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Educadores-leitores do PBL






Em cada dia que vivemos, pessoas entram e saem de nossas vidas as vezes rapidamente outras vezes por muito tempo. Talvez mantenham contato, distribuam sorrisos e simplesmente esqueçam da gente.
Quero deixar registrado o meu agradecimento especial ao MOC, ao CDJBC e a todos(as) educadores-leitores do Projeto Baú de Leitura que durante esses últimos 3 anos entraram na minha vida fazendo com que trocássemos experiências, dinâmicas, alegrias e tristezas.
Aprendi muito com o PBL, a cada livro lido, contação feita ou ouvida, núcleos de leitura, capacitações realizadas e participação em diversos eventos.
Vou guardar no meu coração cada momento na certeza de que aprendi mais do que transmitir.
A Nanci, Aparecida e Rosilene meus parabéns pela paixão que demonstraram ter pelo projeto e acima de tudo pela leitura.
Um até breve e boa sorte à todos!

Agradecimento a Profª Lúcia e Profº Lourinaldo




Gostaria de parabenizar e ao mesmo tempo agradecer a disposiçao dos professores de educação física Lúcia e Lourinaldo, que juntamente com os demais funcionários da EMGACV,equipe diretiva e alunos fizeram com que acontecesse os VI jogos internos.
Aos alunos que competiram tendo saído vitorioso ou não quero dizer que mais importante que ganhar é ter um espírito esportivo e participativo.
Até 2010 se Deus assim nos permitir.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Jogos internos 2009 -EMGACV






No último dia 27/11 a Escola Mun.Governador Antonio Carlos Valadares realizou o desfile de abertura dos Jogos Internos 2009, que têm como tema " Contextualizando a Magia do Esporte".

O mesmo, percorreu algumas avenidas e ruas da cidade, exibindo beleza, organização e até surpresa ao mostrar os garotos prateados e a estrela do desfile, a aluna Mariza campeã das letras em Sergipe.
Caso não tenham visto, visite o meu orkut e confiram de perto o evento.
Os jogos estão acontecendo desde o dia 29/12 e vai até o dia 04/12 no Ginásio de esportes e Cecaf com diversas modalidades.
Prestigiem!

Eventos 2009

Na escola Valadares, realizamos diversos eventos ao longo do ano. Dentre eles destaco o dia das mães, pais, folclore, dia das crianças, jogos internos, desfiles etc... A participação nestes eventos é de suma importância pois assim promovemos a socialização e o intercâmbio entre todas as salas. Os professores e alunos têm a oportunidade de mostrar a criatividade e competência nas diversas áreas do conhecimento.
Temos também a sala de laboratório de informática. Contamos com o auxílio dos professores Caduda, Márcia e Elza que nos ajudam a diversificar nossas aulas, tornando-as mais dinâmicas e divertidas. Visite nossa escola! Sejam bem Vindos!